Oi! Me chamo Vitória, tenho 18 anos e sou natural aqui de Minas, com BH sendo a minha cidade natal. Optei por fazer arquitetura muito por influência da minha família, mas admito que a parte artística e cultural sempre me interessou muito. Desde muito criança eu gostava de experimentar com jogos de construção, com The Sims e Minecraft fazendo parte dos meus favoritos enquanto crescia. Eu adoro desenhar, pintar e decorar no geral, com o meu movimento artístico favorito sendo o impressionismo.
Zine físico: Parte da frente: Zine aberto: Poster parte de trás: |Arquivo digital do zine: O zine apresentado acima é composto por nove composições, sendo elas: 1- Composição abstrata realizada no Vectorpea 2- Três composições abstratas de um cubo realizadas no Sketchup 3- Duas composições fotografadas para o projeto Luz Sombra + Transparência Reflexo 4- Um desenho de observação de uma pose realizado em um minuto 5- Um desenho de observação de um cenário considerado movimentado realizado em cinco minutos 6- A capa do zine e a parte de trás são compostas pela montagem abstrata realizada individualmente, utilizando uma composição do projeto Cubo no Sketchup e outras duas do projeto Luz Sombra + Transparência Reflexo Contadas a parte foram treze fotografias utilizadas
O texto "Teoria do Não-Objeto", escrito por Ferreira Gullar em 1959, discute o conceito de "não-objetos" como uma manifestação que transcende a configuração tradicional da arte, superando a necessidade de uma tela ou moldura para representar a realidade, existindo de maneira independente. Nesse sentido, a filosofia de Gullar reforça o não-objeto como: "um objeto espacial em que se pretende realizada a síntese de experiências sensoriais e mentais (...)", focando, assim, no imaterial, priorizando as experiências sensoriais e mentais a uma caracterização fiel ou abstrata da realidade. Ademais, o manifesto também critica a dependência dos artistas pela tela e pela moldura, realçando elas essas limitam a interação do público com as obras, interação essa que segundo o autor são imperativas para a abstração da realidade. Desse modo, Gullar caracteriza o não-objeto pela sua falta de utilidade, significância e sentido, se afastando da arte acadêmica e do consid...
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