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Fichamento Hertzberger parte "A - Domínio Público"

O livro "Lições de Arquitetura" foi escrito por Herman Hertzberger em 1966,  com esse texto focando na primeira parte da obra:  "A- Domínio Público".   Nesse sentido, o início da obra discute a polarização entre  os espaços públicos e privados na arquitetura, apontando que essa diferenciação depende do espaço, da cultura e do indivíduo em questão.  Dessa forma, o autor utiliza de salas e de varandas para exemplificar a sua crítica, comentando como a definição entre público e privado, ou até mesmo um espaço de transição, depende do contexto em que o indivíduo se encontra. Assim, o autor critica como essa divisão é inadequada, uma vez que a separação de ambientes simplesmente entre "público" e "privado" não é capaz de abordar a complexidade da interação humana com o espaço.  Ademais, o livro também aborda como determinados elementos estruturais, como vidro, portas e até mesmo a intensidade da luz colaboram para a manutenção da diferenciação entre p...

Design: Obstáculos para a remoção de Obstáculos?

 O texto "Design: Obstáculos para a remoção de Obstáculos?", escrito por Vilém Flusser em 1988, discute a funcionalidade e o design dos produtos, expondo como o design é um paradoxo por natureza.   Nesse sentido, o autor aponta como a própria funcionalidade dos objetos se torna um desafio, um vez que, embora visem remover obstáculos da vida cotidiana, sua própria existência cria novos desafios que devem ser solucionados através de novos designs, gerando, assim, além de um paradoxo, uma produção exacerbada de lixo. Dessa forma, Vilém aponta que, embora essenciais para o progresso humano, os objetos devem ser moldados já visando os futuros obstáculos que sua existência irá acarretar, com os designers (e arquitetos) projetando de modo responsável para otimizar a sua criação e limitando o seu impacto no espaço.

Teoria do Não-Objeto

 O texto "Teoria do Não-Objeto", escrito por Ferreira Gullar em 1959, discute o conceito de "não-objetos" como uma manifestação que transcende a configuração tradicional da arte, superando a necessidade de uma tela ou moldura para representar a realidade, existindo de maneira independente.  Nesse sentido, a filosofia de Gullar reforça o não-objeto como: "um objeto espacial em que se pretende realizada a síntese de experiências sensoriais e mentais (...)", focando, assim, no imaterial, priorizando as experiências sensoriais e mentais a uma caracterização fiel ou abstrata da realidade.  Ademais, o manifesto também critica a dependência dos artistas pela tela e pela moldura, realçando elas essas limitam a interação do público com as obras, interação essa que segundo o autor são imperativas para a abstração da realidade.  Desse modo, Gullar caracteriza o não-objeto pela sua falta de utilidade, significância e sentido, se afastando da arte acadêmica e do consid...

Projeto Pavilhão no Parque

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Rascunhos: Protótipo Inicial:  Desenvolvimento:

Registro Entrega Não-Objeto

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 Nosso objetivo era ressignificar a visão icônica do local, e para isso utilizamos de umas série de lentes e filtros que modificariam a experiência dependendo do seu uso. Link para o miro que contém mais informações sobre o planejamento e a execução: https://miro.com/app/board/uXjVJxJSHTM=/?share_link_id=612275695830  

Local Escolhido no Parque

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 Escolhemos a Lagoa dos Barcos, mais especificamente o mirante, como o nosso local para a intervenção, uma vez que nosso objetivo era modificar a forma como o público visualiza e interage com o local.  

Processo de Desenvolvimento Não-Objeto

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  Rascunhos : Processo de Desenvolvimento: Interações no Parque: https://youtube.com/shorts/i9y9DMEq_Ww?si=KZJ0eehT2v9QiBaZ

Exercício Corpo no Espaço

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Colagem: Fotos corpo no espaço: Vídeo: